Uma garfada pequena, um grande gole para a humanidade: os 40 anos da Apollo 11 e a comida da Nasa.

Quando eu soube que o homem tinha ido o espaço, economisei todos as revistas e souvenirs sobre a Lua, e já fui avisando a minha familia que eu o que eu iria ser era mesmo astronauta. Eu amava o espaço e sabia sobre o Sistema Solar antes mesmo de saber que a aula de ‘ portugues’ que eu ia ter na escola não era uma lingua nova, mas essa mesmo que eu usava para me comunicar.
Eu era pequena e queria ser astronauta para ir ao espaço, encontrar seres de outro planeta e comer a comida da Nasa, pois essa deveria ser bem mais gostosa do que o almoço em casa. Principalmente nas terças feiras, que era dia de figado. Banal, mas importante, isso de comida.
Para comemorar o high low tech do acontencimento, e sendo esse blog sobre mídia, resolvi falar sobre a comida do projeto Apollo. Uma das minhas artistas favoritas, Marije Vogelzang, desenha ‘ o verbo comer’ ( sem entrar em detalhes, valhe a pena dar uma olhada no site dela).

O aniversário do acontecimento mais high-tech do planeta é envolvido em imagens antigas, do tempo em que computador ocupava um prédio inteiro. Encontrei um site com peças arqueológicas daquele tempo. A comida da NASA, os cachorro-quente termo estabilisados, os pacotes de salada de frango desidratado, são a concretização da cultura americana no espaço lunar, como peças de conteúdo cultural, como os bólidos do Oiticica.

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