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	<title>Midia Vida &#187; tecnologia</title>
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		<title>Carta de Barcelona: Implicações políticas e econômicas da cultura livre</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 13:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[carta de barcelona]]></category>
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		<description><![CDATA[Trecho da ‘Carta pela Inovação, Criatividade e Acesso ao Conhecimento‘. http://fcforum.net/ A idéia é de que cada um de nós façamos a promoção dessa carta e a coloquemos em prática. A Cultura Livre amplia drasticamente os espaços de participação cívica, expandindo o leque de indivíduos e grupos capazes de contribuir para os debates públicos. Trata-se, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><ins>Trecho da ‘Carta pela Inovação, Criatividade e Acesso ao Conhecimento‘.</ins><br />
<a href="http://fcforum.net/">http://fcforum.net/</a></p>
<p><strong>A idéia é de que cada um de nós façamos a promoção dessa carta e a coloquemos em prática. </strong></p>
<p>A Cultura Livre amplia drasticamente os espaços de participação cívica, expandindo o leque de indivíduos e grupos capazes de contribuir para os debates públicos. Trata-se, portanto, do fortalecimento da democracia em um momento de crise, justamente quando o exercício em modelos mais consistentes de democracia são urgentemente necessários. A Cultura Livre é uma condição para a liberdade de expressão, e por si só um pré-requisito essencial da democracia. Ela ajuda a reduzir a exclusão digital, permitindo assim a realização do potencial democrático das novas tecnologias.</p>
<p>A Cultura Livre abre espaço para novos modelos de envolvimento dos cidadãos no fornecimento de bens e serviços públicos. Estes são baseados na perspectiva dos ‘bens comuns’ — o ‘commons’. A ‘governança dos bens comuns’ se refere a regras negociadas e limites para a gestão da produção coletiva e gestão do acesso a recursos compartilhados. A governança do dos bens comuns honra a participação, a inclusão, a transparência, a igualdade de acesso, e a sustentabilidade a longo prazo. Reconhecemos o espaço comum como uma forma distinta e desejável de governar. Ele não está necessariamente ligado ao Estado ou outras instituições políticas convencionais e demonstra que a sociedade civil é hoje uma força potente.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2vGL6wasDRc&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2vGL6wasDRc&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Reconhecemos que essa nova economia social, para além do mercado privado, é uma importante fonte de valor. A nova reflexão sobre os ‘bens comuns’ (’Commons’), revitalizada pela tecnologia digital (entre outros fatores), alarga o espaço que constitui ‘a economia’. Neste momento da história, governos dão apoio considerável à economia de mercado privado; é urgente que seja dado à economia dos bens comuns o mesmo apoio extensivo que é oferecido ao mercado privado. Tudo o que esta nova perspectiva precisa para prosperar é uma economia com regras equilibradas para todos os modelos.<br />
A atual crise financeira demonstrou os limites estritos do fundamentalismo de mercado. As consequências sociais e econômicas devastadoras do colapso financeiro também demonstram que os mercados descontrolados, guiados apenas pela competição e pelo interesse individual, representam uma ameaça à civilização. A filosofia da Cultura Livre, uma herança dos movimentos pela livre circulação originados no software livre e aberto, é a prova empírica de que um novo tipo de ética e uma nova maneira de fazer negócios são possíveis. Este movimentos criaram uma nova e viável forma de produção, com base em ofícios ou profissões, onde o autor-produtor não perde o controle do processo produtivo e não necessita da mediação dos grandes monopólios. Esta forma de produção se baseia na iniciativa autônoma em solidariedade com outros, em trocas configuradas de acordo com as habilidades e oportunidades de cada pessoa, na democratização do conhecimento, da educação e dos meios de produção, e em uma distribuição justa dos ganhos de acordo com o trabalho realizado.</p>
<p>Declaramos nossa preocupação com o bem-estar dos artistas, pesquisadores, autores e produtores criativos. Nesta Carta, propomos uma série de possibilidades para a remuneração coletiva da criação e da inovação. O software livre e aberto, a Wikipedia, e muitos outros exemplos mostram que o modelo de cultura livre pode sustentar a inovação, e que os monopólios não são necessários para a produção do bens culturais e de conhecimento. Na produção cultural, o que é sustentável depende, em grande medida, do tipo de “produto” (os custos de um filme, por exemplo, são diferentes daqueles de uma enciclopédia colaborativa on-line). Projetos e iniciativas com base nos princípios da cultura livre utilizam uma variedade de maneiras de alcançar a sustentabilidade para além da economia voluntária. Algumas destas formas são consolidadas. Algumas estão ainda em fase experimental. A princípio generalizado é o de combinar várias fontes de financiamento. Este abordagem tem a vantagem de garantir a independência.</p>
<p>Modelos de economia social comunitários já estão oferecendo um número de opções cada vez mais viável para manter a produção cultural. Estes incluem:</p>
<ul>
<li>doações não-monetárias e escambo (ex.: gift-economy, permutas);</li>
<li>financiamento direto (ex: subscrições e doações);</li>
<li>capital compartilhado (ex: fundos de contrapartida, cooperativas de produtores, interfinanciamento / economia social, Banco P2P, moeda virtual, crowd financing, capital aberto, cooperativas de investimento de base comunitária, e cooperativas de consumidores);</li>
<li>fundações garantindo infra-estrutura para os projetos;</li>
<li>financiamento público (ex:  renda básica, bolsas, prémios, subsídios, contratos públicos e comissões);</li>
<li>financiamento privado (ex: investimento de risco, ações, patrocínio privado, associações empresariais de infra-estrutura e investimento);</li>
<li>atividades comerciais (incluindo bens e serviços) e combinações entre distribuição P2P e transmissão (streaming) de baixo custo.</li>
</ul>
<p>A combinação dessas opções é cada vez mais viável, tanto para os criadores independentes como para a indústria. Não apoiamos a maneira como as empresas comerciais têm explorado o trabalho voluntário como estratégia para obter lucros a partir do valor gerado coletiva e voluntariamente. Acreditamos também que não deveria ser permitido que conglomerados tenham oportunidade de dominar parte substancial de qualquer setor do mercado.</p>
<p>A era digital traz a promessa histórica de uma ampliação da justiça, e de promover um ambiente econômico gratificante para todos.</p>
<p>Veja também: <a href="http://culturadigital.br/blog/2009/11/12/carta-de-barcelona-implicacoes-politicas-e-economicas-da-cultura-livre/">http://culturadigital.br</a></p>
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		<title>Ha! Pela primeira vez na história dos campos de hackers europeus, um nódulo brasileiro!</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 22:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[har2009]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[opensource software]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo jeito vai ser festa no festival &#8216; Hacking at Random&#8217; . Os brasileiros estão oferecendo hacking com estilo, caipirinha e aula de salsa. Engraçado: linguas faladas na &#8216;vila&#8217; brasileira: portugues, espanhol, inglês capenga e hacker. https://wiki.har2009.org/page/Village:Brazilian_Embassy-Latin_American_Ghetto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo jeito vai ser festa no festival  &#8216; Hacking at Random&#8217; . Os brasileiros estão oferecendo hacking com estilo, caipirinha e aula de salsa. Engraçado: linguas faladas na &#8216;vila&#8217; brasileira: portugues, espanhol, inglês capenga e hacker.<br />
<a href="https://wiki.har2009.org/page/Village:Brazilian_Embassy-Latin_American_Ghetto" target="_blank">https://wiki.har2009.org/page/Village:Brazilian_Embassy-Latin_American_Ghetto</a></p>
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