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	<title>Midia Vida &#187; plane(e)t-a</title>
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		<title>A inteligencia das massas pode deixar as empresas atuais com cara &#8211; e corpo &#8211; de dinossauro.</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 14:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>
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		<description><![CDATA[Adeus as empresas centralizadas, aqueles feitas por donos e para os donos, as hierárquicas, as que acham que estão em um nível outro que o público, o consumidor, a população &#8216; mortal&#8217;. O sucessor está chegando, empresas que ouvem os &#8216;simples mortais&#8217; e desenvolvem produtos junto com eles. Essas são empresas que usam as novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adeus as empresas centralizadas, aqueles feitas por donos e para os donos, as hierárquicas, as que acham que estão em um nível outro que o público, o consumidor, a população &#8216; mortal&#8217;. O sucessor está chegando, empresas que ouvem os &#8216;simples mortais&#8217; e desenvolvem produtos junto com eles.<br />
Essas são empresas que usam as novas &#8220;armas de colaboração em massa&#8221; que a internet fez surgir: descentralisação radical,  produção &#8216;entre pares&#8217; (do inglês: peer to peer, P2P, a arquitetura de sistemas distribuídos, como por exemplo, Bittorrent ),   &#8216;crowdsourcing&#8217; &#8211; onde os internautas são os que fazem o conteúdo, encontram as soluções.  Essas ferramentas permitem que muitos milhares de indivíduos e pequenos produtores criem em conjunto produtos, acedam a mercados e deliciem os seus clientes, o que no passado só as grandes empresas conseguiam.</p>
<p>Tapscott e Antony D. Williams, no livro <a href="http://www.tatiweb.org/blog/?p=82">&#8216;Wikinomics&#8217;</a>,  falam da noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exactas do que peritos individuais. A ideia é que o todo seja capaz de se auto-corrigir. Se um grande número de pessoas é capaz de corrigir os erros uns dos outros &#8211; quer estes sejam por ignorância ou preconceito – os resultados serão no global mais confiáveis do que a resposta de um indivíduo ou de um pequeno grupo. O maior exemplo desse conceito é a própria Wikipedia, que é praticamente tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional e considerávelmente mais comoda de usar.</p>
<p>Organizações usam a inteligência das massas, ou &#8216; inteligência coletiva&#8217; de maneiras diversas. O Youtube ou a Wikipedia são plataformas onde as pessoas trabalham por prazer, mas por exemplo, em sites como Ebay,  as pessoas põe conteúdo para ganhar dinheiro. Se o Ebay fosse um empregador convencional e a comunidade, empregados, ele seria a maior loja do globo. Esses dados fizeram o Centro de Inteligência Coletiva do MIT (Instituto de Tecnologia de Michgan, o mais conceiturado do mundo) se perguntarem &#8216; de que maneira um grupo de pessoas e computadores conectados entre si podem cuidar de pacientes em um hospital ou desenhar um carro?&#8217; </p>
<p>Usar esse tipo de processo significaria uma mudança extraordinária em como as pessoas trabalham.  No momento em que o que um empregado faz em um dia pode ser substituido por um grupo de pessoas em  diferentes momentos e diferente lugares, não só a maneira como as pessoas trabalham muda, como também o tipo de gerenciamento. Esse passa a ser uma função de coordenação e não mais a de comando e controle. Isso não é ficção científica. <a href="http://www.favelafabric.com/cronica/" taget="_blank"><img src="http://www.tatiweb.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/Picture-7-300x165.png" alt="Picture 7" title="Picture 7" width="300" height="165" class="alignleft size-medium wp-image-355" /></a> </p>
<p>Uma empresa fez meu coração de brasileira bater mais rápido. Na apresentação no website<a href="http://www.favelafabric.com/cronica/" target="_blank"> Favela Fabric</a> eles dizem ( com um belo sotaque brasileiro) : &#8220;Nós tiramos nossa inspiração das favelas brasileiras, organizações de auto-gestão, coletivos de sabedoria e creatividade&#8221;.  </p>
<p>Eu que sempre ouvi que o Brasil era esse eterno &#8216; gigante adormecido&#8217; porque precisava exportar know-how, pensei cá com os meus botões, que já que o Brasil está exportando esse know-how, isso pode significar que o modelo de auto -gestão, inteligência e criatividade coletivas, pode ser um sistema que serve para o Brasil como uma luva. </p>
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		<title>Vamos parar de comer sushi?</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2009/06/08/vamos-parar-de-comer-sushi/</link>
		<comments>http://www.tatiweb.org/blog/2009/06/08/vamos-parar-de-comer-sushi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 08:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo o livro &#8216;The End of the Line&#8217; ( O Fim da linha&#8217; ) , de Charles Clover, teremos comido tudo o que tem nos oceanos no final do ano de 2048. Quem tiver filhos, prepare-os para o fato de que eles não só não vão ter peixes para comer como também não vão ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o livro &#8216;The End of the Line&#8217;   ( O Fim da linha&#8217; ) , de Charles Clover,  teremos comido tudo o que tem nos oceanos no final do ano de 2048. Quem tiver filhos, prepare-os para o fato de que eles não só não vão ter peixes para comer como também não vão ter ar para respirar, porque, como não poderia deixar de ser,  a fauna marinha contribui para a limpeza do ar. </p>
<p>O que está sendo anunciado aqui, é o filme também, que pelo visto é chocante e horrível e  ao contrário do mais novo filme de horror de Hollywood, o&#8217; O Fim da Linha&#8217; se trata de realidade.<br />
Nesse widget aqui embaixo dá para ver um trailer do filme ( em ingles) e nesse linque mais filmes sobre o assunto<br />
<a href="Segundo o livro 'The End of the Line'   ( O Fim da linha' ) , de Charles Clover,  teremos comido tudo o que tem nos oceanos no final do ano de 2048. Quem tiver filhos, prepare-os para o fato de que eles não só não vão ter peixes para comer como também não vão ter ar para respirar, porque, como não poderia deixar de ser,  a fauna marinha contribui para a limpeza do ar.    O que está sendo anunciado aqui, é o filme também, que pelo visto é chocante e horrível e, ao contrário do mais novo filme de horror de Hollywood, é verdade.  Nesse widget aqui embaixo dá para ver um trailer do filme ( em ingles) e nesse linque mais filmes sobre o assunto http://endoftheline.com/things_to_do/video" target="_blank" >http://endoftheline.com/things_to_do/video</a></p>
<p>Um outro filme maravilhoso, que explica como é que vamos desaparecer da face da Terra da mesma maneira que os habitantes da ilha de Páscoa o fizeram: por própria culpa e abuso total. Isto é, a Terra já passou por excesso de carbono na atmosfera, e isso não é novidade nenhuma para ela. É novidade para nós, que precisamos da natureza do planeta mais do que ela precisa da gente. As fotos desse filme são de gritar de lindas!!!! VEJA! Sai da internet no dia 16 de junho….</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/homeproject" target="_blank">http://www.youtube.com/homeproject</a></p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://widgets.clearspring.com/o/497088da2c5e5ebd/4a2cc8ecf369624e/4994420206e1882b/43f4ac59" id="W497088da2c5e5ebd4a2cc8ecf369624e" width="427" height="620"><param name="movie" value="http://widgets.clearspring.com/o/497088da2c5e5ebd/4a2cc8ecf369624e/4994420206e1882b/43f4ac59" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowNetworking" value="all" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /></object></p>
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		<title>Cradle to cradle &#8211;  design inteligente ( em inglês )</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2009/04/21/cradle-to-cradle-de-berco-a-berco-em-ingles-sobre-reciclados/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 11:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>

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		<description><![CDATA[Sumário: O homem é a unica criatura que produz lixo. Recursos naturais estão ficando empobrecidos. O consumo de produtos está aumentando principalmente com a entrada de paises como a India e a China no consumo mundial. A produção de lixo é enorme e se não fizermos nada a respeito, estaremos vivendo todos, e em pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-3058533428492266222&#038;hl=en&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></p>
<p>Sumário:</p>
<p>O homem é a unica criatura que produz lixo.  Recursos naturais estão ficando empobrecidos. O consumo de produtos está aumentando principalmente com a entrada de paises como a India e a China no consumo mundial.<br />
A produção de lixo é enorme e se não fizermos nada a respeito, estaremos vivendo todos, e em pouco tempo dentro de um grande depósito de lixo.<br />
Mas existe esperança. O Químico Alemão,  Michael Braungart, e o arquiteto Americano William McDonough estão mudando  fundamentalmente a maneira como nós produzimos e construimos. Se lixo puder se transformar em comida para a  bioesfera ou a tecnosfera ( todos os produtos técnicos ), produção e consumo se tornaria benéfico para o planeta.<br />
Esse é um conceito de design que eles denominaram &#8220;Cradle to Cradle&#8221;, isto é, de berço a berço. Esse conceito está sendo visto como a próxima revolução industrial:<br />
 • Desenhar todo produto em tal maneira que no final do seu ciclo de vida, o material restante seja um componente de um novo material<br />
 • Desenhar construções de maneira a produzir energia e, dessa forma, ser &#8216; amiga&#8217; do meio ambiente. Companhias grandes como a Ford e a  Nike estão trabalahndo  McDonough e Braun­gart para mudar o processo de produção de seus produtos.  Essas companhias perceberam que, economicamente, produzir lixo é destruição de capital. É a producão de produtos sem valor.<br />
Baseado nessas ideias o governo da China está trabalhando na direção de uma economia circular onde Lixo = Alimento.<br />
Esse documentário é uma estória incrível que pode  mudar a idéia de cada um do que é produção e consumo.<br />
Diretor Rob van Hattum Research Gijs Meijer Swantee Production Karin Spiegel e Madeleine Somer<br />
Editores Doke Romeijn e Frank Wiering © VPRO 2006 <a href="http://www.vpro.nl/programma/tegenlicht/afleveringen/36632706/" target="_blank">http://www.vpro.nl/programma/tegenlicht/afleveringen/36632706/</a></p>
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		<title>A triste estória dos sacos plásticos descartáveis.</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2009/02/24/a-triste-estoria-dos-sacos-plasticos-descartaveis/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 13:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi email desses power points que a gente deleta sem abrir, mas esse havia ficado no meu computador. Ainda bem: Informações fornecidas pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos revelam que são consumidos anualmente entre 500 bilhões e um trilhão de sacos plásticos ao redor do mundo. (National Geographic 02/09/2003). Menos de 1% dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi email desses power points que a gente deleta sem abrir, mas esse havia ficado no meu computador. Ainda bem:</p>
<p>Informações fornecidas pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos revelam que são consumidos anualmente entre 500 bilhões e um trilhão de sacos plásticos ao redor do mundo. (National Geographic 02/09/2003). Menos de 1% dos sacos é reciclado. É mais caro reciclar um saco do que produzir um novo.  </p>
<p><img src="http://www.tatiweb.org/blog/wp-content/uploads/2009/02/picture-2-216x300.png" alt="passaro" title="passaro" width="216" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-159" /></p>
<p>“Existe uma economia áspera por trás da reciclagem dos sacos plásticos. Processar e reciclar uma tonelada de sacos custa U$ 4000.A mesma quantidade de sacos é vendida no mercado de matérias-primas a U$ 32”, revela Jared Blumenfeld, Diretor do Departamento de Meio Ambiente em  São Francisco.</p>
<p>Um estudo de 1975 demostrou que as embarcações transoceânicas lançam aproximadamente 4 milhões de kilogramas de plástico ao mar por ano. As lixeiras do mundo não estão inundadas de plástico porque a maior parte do plástico acaba no oceano.</p>
<p>Os sacos são arrastados diferentes lugares do planeta, até mares, lagos e rios. Já foram encontrados sacos plásticos flutuando ao norte do Círculo Ártico, e também muito mais ao sul, nas Ilhas Malvinas.</p>
<p>Os saquinhos plásticos se fotodegradam: com o passar do tempo se decompõe em petro-polímeros menores e mais tóxicos, que finalmente contaminarão os solos e as vias fluviais. Como conseqüência, partículas microscópicas podem entrar para a cadeia alimentar.<br />
O efeito sobre a vida silvestre e catastrófico. Cerca de 200 diferentes espécies de vida marinha, incluindo baleias, golfinhos, focas e tartarugas morrem por causa dos sacos plásticos. Morrem depois de ingerir os sacos plásticos, que confunden com comida.</p>
<p><img src="http://www.tatiweb.org/blog/wp-content/uploads/2009/02/picture-4-300x166.png" alt="picture-4" title="picture-4" width="300" height="166" class="alignleft size-medium wp-image-160" /></p>
<p>O que podemos fazer? Se usamos uma bolsa de tecido, podemos economizar 6 saquinhos plásticos por semana, 22.176 sacos ao longo da vida. Se apenas 1 de cada 5 pessoas neste país fizesse isso, economizaríamos 1.330.560.000.000 sacos plásticos durante nossas vidas.</p>
<p>Os sacos plásticos são feitos de polietileno: um termoplástico que se obtém a partir do petróleo. Reduzindo o uso dos sacos plásticos diminuirá o consumo de petróleo, recurso não renovável que gera tantos conflitos. A China economizará 37 milhões de barris de petróleo por ano graças à proibição dos sacos plásticos gratuitos. </p>
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		<item>
		<title>&#8220;ZapRoot 029 &#124; Yummy Plastic Soup&#8221;</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2008/06/23/zaproot-029-yummy-plastic-soup/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 10:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mdia</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet/br]]></category>
		<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo e phd em sociologia e meio ambiente sempre me dizia que salvar o planeta só aconteceria se mudássemos o nosso estilo de vida. E mudar o nosso estilo de vida não é coisa pouca: é andar menos de avião, é usar menos o carro, é comer menos carne, é reciclar mais. Em suma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo e phd em sociologia e meio ambiente sempre me dizia que salvar o planeta só aconteceria se mudássemos o  nosso estilo de vida. E mudar o nosso estilo de vida não é coisa pouca: é andar menos de avião, é usar menos o carro, é comer menos carne, é reciclar mais. Em suma, é mais preocupacao e mais cuidado com o que se consome. Segundo esse especialista amigo, o comportamento humano com relação ao desperdicio só mudaria se a preservação do planeta fosse &#8220;divertimento&#8221;. Isto é, se a idéia de proteger o planeta  e aceitar soluções nem sempre as mais baratas, mas as mais sustentáveis, só teria sucesso se a imagem social de cuidar do planeta, mudasse.  Uma das opções  mais promissoras, seria apelar para os jovens, numa linguagem mais associada a moda e entretenimento. É que cuidar do planeta não é só a responsabilidade de especialistas com as suas apresentações sérias e nem daqueles que gostam dos discursos de panico. Essa responsabilidade é do consumidor. </p>
<p>ViroPop é uma pequena produtora de videos pela internet que trata problemas do meio ambiente &#8220;a la MTV&#8221;.  Com muitas idéias bem interessantes de reciclagem e notícias de iniciativas &#8220;verdes&#8221; ao redor do planeta .  Um  belo começo! </p>
<p><a href="http://joost.com/0936vs6"><img src="http://j00.st/gg1yD2fqgjWYrmWhe_EVqw.jpg" alt="ZapRoot 029 | Yummy Plastic Soup" /></a><br />
From Joost: <a href="http://joost.com/0936vs6" target="_blank" title="ZapRoot 029 | Yummy Plastic Soup">ZapRoot 029 | Yummy Plastic Soup</a> The Gyre is a swirling vortex of trash in the Pacific and we have some expert in to talk about it.  We also cover some green video games.<br />
Algalita Marine Research Foundation      Power Up     IBM     Food Force     CO2FX     Adventure Ecology     Steer Madness     Glup&#8230; <a href="http://www.joost.com/" title="Joost&trade; the best of tv and the internet"><img src="http://banners.joost.com/joost_002_en_80x15.gif" alt="Joost&trade; the best of tv and the internet"/></a></p>
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		<title>Os Verdes</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 15:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
				<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0" width="320" height="240"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="movie" value="http://www.meetthegreens.org/dswmedia/episode1.swf?share=1" /><param name="quality" value="high" /><embed src="http://www.meetthegreens.org/dswmedia/episode1.swf?share=1" quality="high" bgcolor="#ffffff" width="320" height="240" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></object></p>
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		<title>Sustentabilidade da segunda vida</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2007/06/20/sustentabilidade-da-segunda-vida/</link>
		<comments>http://www.tatiweb.org/blog/2007/06/20/sustentabilidade-da-segunda-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2007 15:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet/br]]></category>
		<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[game]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei feliz em saber que não sou só eu que acho esse jogo &#8220;Second Life&#8221; uma chatice. No artigo &#8220;Os avatares do Second Life consomem tanta eletricidade como os brasileiros&#8221; Tony Walsh duvida que o jogo seja uma boa coisa. Segundo ele, o fabricante admite que o jogo não é dos mais ecológicamente corretos. Philip [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei feliz em saber que não sou só eu que acho esse jogo &#8220;Second Life&#8221; uma chatice. No artigo &#8220;Os avatares do Second Life consomem tanta eletricidade como os brasileiros&#8221; Tony Walsh duvida que o jogo seja uma boa coisa.</p>
<p>Segundo ele,  o fabricante admite que o jogo não é dos mais ecológicamente corretos. Philip Rosedale, chefe do Linden Lab &#8211; a companhia que fez Second Life : &#8220;Estamos o tempo todo tendo problemas de energia. Consumimos uma quantidade imensa nos nossos escritorios onde temos aproximadamente 4.000 computadores servindo o jogo &#8230; &#8221;<br />
Walsh, que conta em média de 10.000 a 15.000 avatares no Second Life, se pergunta  &#8220;Qual e a quantidade de energia que 15.000 humanos consomem  diariamente comparados com 15.000 avatares?&#8221; Hmm.</p>
<p>A matemática disso:<br />
Se a média de avatars presentes no Second Life é entre 10.000 e 15.000, isso faz uma média de 12.500 avatares constantemente presentes no jogo. Para manter esses 12.500 avatars a companhia precisa de 4.000 servidores e cada avatar corresponde a um usuário em casa, cada um com um pc. Digamos que um PC consome 120 watts e um servidor consome 200 watts. Joguemos na soma mais 50 watts extras por servidor para data-center e ar condicionado. Isso significa que diáriamente, Second Life consome:</p>
<p>(4.000 x 250 x 24) + (12.500 x 120 x 24) = 60.000.000 watt-horas or 60,000 kilowatt-horas</p>
<p>Per capita, isto é:</p>
<p>60.000 / 12.500 = 4.8 kWh</p>
<p>Por ano um avatar consome 1.752 kWh. Um humano, em media mundial, consome no mesmo período de tempo, 2.436 kWh.<br />
No Brasil a media de consumo de eletricidade por pessoa é de  1.884 kWh. Isto é, apenas um pouco a mais do que um avatar do jogo Second Life.</p>
<p><a href="http://www.roughtype.com/archives/2006/12/avatars_consume.php" target="_blank">http://www.roughtype.com</a></p>
<p>Tem outra: Parece que Second Life não é um enorme sucesso financeiro. Segundo o jornal &#8220;De Pers&#8221; (Amsterdam) o jogo não movimenta mais do que meio milhão de dolares por ano!</p>
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		<title>A internet dos objetos: Spime?? O que é isso?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2007 13:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu nunca sei onde ponho as coisas: chaves, brinco, caneta, guarda-chuva e essas coisas que foram feitas para serem perdidas. Quando isso acontece, imagino poder escrever em algum lugar uma descrição do objeto, como se escreve uma palavra-chave no Google ou outro buscador e algum cachorrinho ou qualquer outra coisa venha trazer o objeto desejado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca sei onde ponho as coisas: chaves, brinco, caneta, guarda-chuva e essas coisas que foram feitas para serem perdidas. Quando isso acontece, imagino poder escrever em algum lugar uma descrição do objeto, como se escreve uma palavra-chave no Google ou outro buscador e algum cachorrinho ou qualquer outra coisa venha trazer o objeto desejado.<br />
Fantasia? Não. Isso pode virar realidade e em um futuro bem próximo. É o que as pessoas estão chamando de &#8216;a revolução tão grande quanto foi a  popularisação da internet nos anos 90 do século passado&#8217;: Essa revolução que se fala, tem a ver com a mudança da nossa relação com objetos por causa do casamento do microprocessor com o rádio.</p>
<p>Os filhos desse casamento são os inúmeros objetos que podem &#8216;conversar&#8217; um com o outro através de frequências de rádio:  quando o despertador conversa com a cafeteira para avisar que é para começar a fazer o café enquanto voce esta no banho.<br />
O  futurista e escritor de ficcão científica, Bruce Sterling diz, &#8221; Premissa básica: no futuro, graças as delicias do RFID ( Frequência de Identificação Remota), seremos capazes de conectar objetos com a internet, de maneira a podermos fazer uma busca online dos objetos perdidos. Imagine tendo perdido as chaves do carro e ser capaz de procurar por elas atraves do Google Earth.</p>
<p>Segundo o The Economist, esse ano serão vendidos aproximadamente 10 bilhoes de microprocessadores incorporados em máquinas, desde computadores a cafeteiras. A maioria desses aparelhos vai ser capaz de &#8216;pensar&#8217; mas não de &#8216;falar&#8217;: eles vão executar funções mas não vão poder comunicar. É aí que entra a tecnologia de rádio: fazer esses microprocessores e portanto os aparelhos que os contém, conversarem entre si.</p>
<p><a href='http://www.tatiweb.org/blog/wp-content/uploads/2007/05/rfid_hand_1.jpg' title='RFID' rel="lightbox"><img src='http://www.tatiweb.org/blog/wp-content/uploads/2007/05/rfid_hand_1-150x150.jpg' alt='RFID' border="no" align="left" /></a>A tecnologia de rádio esta ficando rápidamente mais barata.  Um RIFD é uma antena que mede normalmente 50 mm e contém informação que pode ser lida por outros aparelhos.  Como por exemplo, o &#8220;RioCard&#8221; , cartão de transporte público do Rio.<br />
Como toda ficção científica ou previsão de futuro vem com palavras novas, a palavra que Bruce Sterling usa e SPIMES (leia-se &#8216;spaime&#8217;). Um spime e um objeto que transpõe a condição material de objeto por ser conectado de diversas formas. Imagine uma situação onde o computador e a computação não está mais apenas dentro de uma caixa que se comunica com o seu monitor, mas, está em todos os objetos e aparelhos. É o tecido da vida diária sendo permeado pela computação, por sensores e pequenos aparelhos que emitem frequência de rádio.</p>
<p>O spime é o objeto mundano, cotidiano e banal, que fica &#8216;inteligente&#8217;,  que apresenta &#8216;comportamento&#8217; por ter encorporado códigos de computação e ondas de rádio. O sapato-spime por exemplo,  é um objeto individual e feito somente para você: ele &#8216;sabe como voce tem que pisar e como pode corrigir se voce andar errado. Ele tem uma estória única que o faz por exemplo, poder pedir por um &#8216;upgrade&#8217; de sola quando &#8216;notar&#8217; que esta ficando gasto.<br />
Estou falando de sensores, de chips interativos, de objetos que podem ter &#8216;labels&#8217; que lhes dêem identidade única, de sistemas de posicionamento precisos, indexadores e buscadores de grande capacidade. Tudo isso em rede, se comunicando um com o outro.</p>
<p>Essa &#8216;revolução&#8217; não é, porém, sem problemas. Já agora na fase embrionária, preocupa muitos. A grande maioria dos oponentes diz que vai ser uma ameaça a privacidade das pessoas bem maior do que a internet foi até agora. Outros, preocupam-se com as consequências de ondas de radio para a nossa saúde já que muitas dessas frequencias no ar produzem  &#8216;poluicao magnética&#8217;.</p>
<p>Mais sobre o assunto (em inglês):</p>
<p><a href="http://www.itconversations.com/shows/detail717.html">http://www.itconversations.com/shows/detail717.html</a></p>
<p><a href="http://java.sun.com/developer/technicalArticles/Ecommerce/rfid/">http://java.sun.com/developer/technicalArticles/Ecommerce/rfid/</a></p>
<p><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-3857739359956666768">http://video.google.com/videoplay?docid=-3857739359956666768</a><br />
<a href="http://www.mediamatic.net/artefact-11183-en.html"></p>
<p>http://www.mediamatic.net/artefact-11183-en.html</a></p>
<p><a href="http://future.iftf.org/2005/09/an_internet_of_.html"></p>
<p>http://future.iftf.org/2005/09/an_internet_of_.html</a></p>
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		<title>Rede para facilitar negócios sustentáveis</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2007/04/19/rede-para-facilitar-negocios-sustentaveis/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 12:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Bid Network ( http://www.bidnetwork.org ) é uma iniciativa onde os participantes também ganham dinheiro, mas ao contrário do &#8216;Second Life&#8217;, essa é uma iniciativa politicamente correta. Bem menos divertida, porém ( pena que essas duas coisas raramente vem juntas)&#8230; A &#8216;BiD Network Foundation&#8217; tem como missão contribuir para o desenvolvimento sustentável. A idéia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Bid Network (<a href="http://www.bidnetwork.org" target="_blank"> http://www.bidnetwork.org</a> ) é uma iniciativa onde os participantes também ganham dinheiro, mas ao contrário do &#8216;Second Life&#8217;, essa é uma iniciativa politicamente correta. Bem menos divertida, porém ( pena que essas duas coisas raramente vem juntas)&#8230;</p>
<p>A &#8216;BiD Network Foundation&#8217;  tem como missão contribuir para o desenvolvimento sustentável.<br />
A idéia é a de que estimulando a formação de pequenas e médias empresas, se crie mais emprego e aumente a participação econômica de países em desenvolvimento.<br />
A idéia é engajar profissionais, investidores e organizações e oferecer a eles oportunidades de contribuir na redução da pobreza de uma maneira direta e de inspirar pessoas e negócios para o fato de que empresas e redução de pobreza são compatíveis.</p>
<p>Negócios entre o sul e o norte do planeta encontram alguns problemas para serem realisados, alguns dos quais  a BID Network tenta reduzir. Um desses problemas é o fato de que devido as distâncias geográficas, é difícil para o norte europeu encontrar parceiros e boas proposições de negócios nos países em desenvolvimento.</p>
<p>Existem muitos projetos de negócios bons e talentos que poderiam realisar esses projetos mas  permanecem ocultos por causa da distância geográfica.<br />
O site tenta fazer essas duas partes se encontrarem, sendo uma plataforma de contato entre pessoas com  planos de negócios para empresas pequenas e médias e pessoas que podem facilitar a realisação dos planos.</p>
<p>Um outro problema entre o sul e o norte a nível de pequenos negócios,  é o &#8216;elo perdido&#8217;. Existe um vazio em termos de financiamento que vai de $5.000 a $50.000. Esse é de um lado o máximo dos microfinanciamentos e de outro o mínimo requerido para os financiamentos comerciais.</p>
<p>A Bid Network quer fazer uma ponte para solucionar esses dois problemas através da website onde particulares e/ou empresas com projetos  podem encontrar  os com  conhecimento (know how)  e vontade de ajudar. E vice versa.   Bid Challenge é um concurso que a organisação mantém para premiar e facilitar bons projetos de negócios.</p>
<p>Todo mundo pode se inscrever no BiD Challenge, submeter o projeto até  31 de maio 31de 2007. Ganhe pemios e &#8216;coaching&#8217;.</p>
<p><!--adsense--></p>
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		<title>Second Life</title>
		<link>http://www.tatiweb.org/blog/2007/04/11/second-life/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2007 21:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[plane(e)t-a]]></category>
		<category><![CDATA[second life]]></category>
		<category><![CDATA[teoria de mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2004, em uma conferência sobre Jogos de computador na Van Eyck Academie, Holanda, uma socióloga apresentou a tese de phd sobre Second Life. Eu me lembro que ter ficado encantada com o software por causa de uma estória. A socióloga contou que havia resolvido encontrar na vida real, uma das pessoas com as quais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2004, em uma conferência sobre Jogos de computador na Van Eyck Academie, Holanda, uma socióloga apresentou a tese de phd sobre Second  Life. Eu me lembro que ter ficado encantada com o software por causa de uma estória. A socióloga contou que havia resolvido encontrar na  vida real, uma das pessoas com as quais mantinha contato no jogo. Nesse encontro a socióloga veio a saber que a mulher era tetraplégica e capaz de poucos movimentos.  Achei lindo que essa mulher presa em um corpo extremamente limitado pudesse, através de um avatar,  experimentar a vida com movimentos.</p>
<p>Esse, me parece, é a força principal do Second Life, a de fazer as pessoas interagirem e experimentarem a vida de outra forma.  O resto, toda essa &#8216;hype&#8217; &#8211; eu posso estar muito errada, mas não consigo passar da idéia de que é simplesmente uma bolha.</p>
<p>Bancos constróem agencia no Second Life, 70 universidades reproduziram o campus, pessoas abrem negócios, Ongs existem aos montes, galerias, musicos e performances fazem shows e avatars  demonstram contra a guerra. Second Life é uma experiência social e tanto. Mas para quem? Sem negar todas as possibilidades políticas e artísticas do software, esse foi feito para ganhar dinheiro para a companhia &#8216;Linden&#8217;. Esse é um software que apesar de parecer &#8216;open source&#8217;, é propriedade de uma companhia que ganha dinheiro com a licença de cada um dos usuários. Além disso, é um produto que requer um computador potente e internet com banda larga. Isso  significa que é um software que na  realidade tem mais de primeira vida do que de segunda: construido pela elite dominante do planeta e representando a ideologia dessa elite em escala global, ele reproduz estilos de vida e a ética fundamental do consumerismo. Não é a toa que toda vez que se fala de Second Life, pensa-se em dinheiro.<br />
O game &#8211; porque Second Life não passa de um game &#8211; criou o a idéia de que se pode &#8216;ganhar linden dolares ( a moeda do game Second Life) vendendo objetos 3d (avatares e outros que se usa no Second Life) no e-bay  o outras websites onde se oferecem objetos para serem vendidos&#8217; . Apesar de ter sido um conceito novo a seu tempo, não conheço e nem nunca ouvi falar de pessoas que vivam disso. O fato de que o usuário ao ganhar dinheiro através do Second Life está, na verdade ganhando dinheiro para o fabricante do software passa um pouco desapercebido.</p>
<p>Dito isso, Second Life é um experimento, uma experiência especial da Web2.0, a . web onde o conteúdo é gerado pelo usuário. E como um experimento social, é interessante e de muita validade. Acontece muita coisa interessante no Second Life:</p>
<p>Second Life<br />
<a href="http://secondlife.com/" target="_blank">http://secondlife.com/</a></p>
<p>Get A First Life<br />
<a href="http://www.getafirstlife.com/" target="_blank">http://www.getafirstlife.com/</a></p>
<p>Experimentos educacionais no SL<br />
<a href="http://www.cnn.com/2006/TECH/11/13/second.life.university/index.html" target="_blank">http://www.cnn.com/2006/TECH/11/13/second.life.university/index.html</a></p>
<p>Um Western em  SL<br />
<a href="http://bellsandspurs.com/_video/" target="_blank">http://bellsandspurs.com/_video/</a></p>
<p>&#8220;Mais de 70 universidades&#8221;<br />
<a href="http://news.com.com/2100-1032_3-6157088.html" target="_blank">http://news.com.com/2100-1032_3-6157088.html</a></p>
<p>Novo  filme de Lynn Hershman em  SL<br />
<a href="http://lynnhershman.com/newprojects.htm" target="_blank">http://lynnhershman.com/newprojects.htm</a></p>
<p>Avatars contra a guerra<br />
<a href="http://lotusmedia.org/post-protest-processing" target="_blank">http://lotusmedia.org/post-protest-processing</a></p>
<p>Um marketing mais atraente para a Africa<br />
<a href="http://annansi.com/blog/2007/01/africas-second-life/" target="_blank">http://annansi.com/blog/2007/01/africas-second-life/</a></p>
<p>Ativismo no Second Life<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/venicevandal/sets/72157594474252794/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/venicevandal/sets/72157594474252794/</a></p>
<p>Steven Shaviro fala sobre explosão da mídia de conteúdo gerado pelo usuário:&#8221; Temo que a incitação em participar, se envolver, ser criativo, é ao mesmo tempo uma pressão para sermos &#8221;empresários de nós mesmos e trabalharmos mais para facilitar a nossa própria exploração.&#8221;</p>
<p>Estranho estar escrevendo sobre Second Life em Rotterdam, depois da abertura do festival &#8216;Deaf&#8217; sobre mídias digitais, onde o tema é &#8216;Interação ou morte&#8217; <a href="http://www.deaf07.nl/" target="_blank">http://www.deaf07.nl/</a></p>
<p><!--adsense--></p>
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